Depois da Bonança vem a Tempestade
Traduzindo: Depois do feriado de 5 de Outubro, dia de praia fantástico com sol e calor, sem trânsito (bonança), veio o resto da semana de trabalho (tempestade). Tudo seria normal se não se tivesse dado o caso de na manhã de quarta-feira, acabadinha de estacionar à porta do trabalho, ter partido um dedo da maneira mais estúpida que me consigo lembrar; na porta do carro!
É verdade. Fechei a porta do carro (bastante ensonada, diga-se em abono da verdade) e esqueci-me do indicador direito lá dentro. Automaticamente tive a sensação que o meu dedo não era feito de osso mas sim de um material esponjoso e mole, que se podia adaptar a qualquer forma ou molde. Em câmara lenta (que é como eu recordo toda a situação), lembro-me de ter aberto a porta, olhado para o dedo e ter visto um rio azul de sangue (eu sempre soube que havia algo de real em mim) a encher a minha unha. Giro, não fosse o caso de me estar a doer horrores!
Hospital de Santa Maria, triagem, RX, ortopedia, Clínica de Santa Maria de Belém, consulta do seguro de trabalho (sim, desde que o acidente seja no trajecto casa-trabalho ou vice-versa é acidente de trabalho), 15 dias de baixa, braço ao peito, repouso total, Adalgur 2 vezes ao dia e Voltaren Creme, etc.
Com isto tudo, não consigo fazer nada! Vim para o Algarve, para casa da mamã.
Beijinhos e até ao meu regresso.
P.S. - Obrigada Isabel pela prontidão e Hugo pela paciência e companhia!
segunda-feira, 11 de outubro de 2004
segunda-feira, 4 de outubro de 2004
Emoções...
Que me desculpem os (poucos) leitores deste blog pela minha explosão emocional de há bocado, mas teve que ser. Descobri agora que não é só ao Hugo que por vezes lhe dá para a lamechice, a mim também....
Esta é uma situação nova para mim e tive que desabafar. A partir de hoje os meus textos vão servir mais como um diário para o Corcunda que outra coisa. Pretendo deixar aqui respostas às perguntas dele e dar-lhe uma ideia do que aqui se passa.
Assim sendo,
Morcego (não me dá jeito nenhum tratar-te por Corcunda!), o meu computador suporta wireless. O que me disseram é que basta comprar um cartão que se mete naquela portinha lateral esquerda, ao lado das disquetes e que funciona lindamente. É melhor pedires a alguém que tenha um para te emprestar e experimentares no computador a ver se dá antes de comprares um novo. Acho que não é muito caro, pelo menos aqui.
Hoje o dia foi muito grande e começou mal. Mas já estou melhor. Já encontrei umas viagens baratitas, (o que me animou) só que é só para Novembro (não se pode ter tudo...).
Espero que esteja tudo a melhorar por aí. Diverte-te hoje à noite. Acho que vou sair com o meu irmão, a Djáli e o Hugo. Tenho que me animar...
Muitos beijos.
(será que as saudades diminuem com o tempo? não me parece....)
Que me desculpem os (poucos) leitores deste blog pela minha explosão emocional de há bocado, mas teve que ser. Descobri agora que não é só ao Hugo que por vezes lhe dá para a lamechice, a mim também....
Esta é uma situação nova para mim e tive que desabafar. A partir de hoje os meus textos vão servir mais como um diário para o Corcunda que outra coisa. Pretendo deixar aqui respostas às perguntas dele e dar-lhe uma ideia do que aqui se passa.
Assim sendo,
Morcego (não me dá jeito nenhum tratar-te por Corcunda!), o meu computador suporta wireless. O que me disseram é que basta comprar um cartão que se mete naquela portinha lateral esquerda, ao lado das disquetes e que funciona lindamente. É melhor pedires a alguém que tenha um para te emprestar e experimentares no computador a ver se dá antes de comprares um novo. Acho que não é muito caro, pelo menos aqui.
Hoje o dia foi muito grande e começou mal. Mas já estou melhor. Já encontrei umas viagens baratitas, (o que me animou) só que é só para Novembro (não se pode ter tudo...).
Espero que esteja tudo a melhorar por aí. Diverte-te hoje à noite. Acho que vou sair com o meu irmão, a Djáli e o Hugo. Tenho que me animar...
Muitos beijos.
(será que as saudades diminuem com o tempo? não me parece....)
1º Fim-de-Semana
Pronto. Já te foste embora.
Durante vários meses andei a convencer-te que era a melhor opção, que ias adorar, que só te ia fazer bem, que eu ia ficar bem, que nos falávamos todos os dias, que eu ia lá e que tu vinhas cá.
Ao fim deste tempo todo... quebrei. Quebrei na véspera da tua partida. Os papéis inverteram-se. Eras tu a consolar-me usando todos aqueles argumentos que eu tinha usado contigo.
No aeroporto não foi muito mau. A tua mãe era a que estava pior. Eu mantive-me bem disposta e sorridente, mais para não te preocupar que por qualquer outra razão. Mas não consegui conter uma lágrimazita que teimou em aparecer. Mas acho que já não viste, já estavas longe.
E fui-me embora. "Já está. Agora paciência. Não há mais nada a fazer. É começar a procurar vôos baratos, aproveitar fins-de-semana e feriados... Boa! É isso mesmo! É preciso é não desanimar! Afinal, nem chega a 3 meses... Que estupidez, passa num instante!", obriguei-me a pensar.
Fui almoçar com a Djáli à beira-rio na esperança que o sol e o calor me animassem. Correu bem.
É verdade! Quando chegares não te assustes. Temos mais 2 mesas, cortinas e 1 quadro.
Em casa foi pior. Tu já tinhas chegado mas estava tudo a correr mal. Ninguém estava à tua espera, não tinhas quarto nem cantina onde comer, estava tudo deserto.
Ontem estive sozinha em casa. Não fiz nada de especial, limitei-me a pensar em ti, sentir saudades e dormir. Também falámos, mas não é a mesma coisa que ter-te aqui ao lado. Tentei mentalizar-me que estavas no Algarve ou que tinhas ido ao futebol e que, passado algum tempo, ias meter a chave à porta. É engraçado como lidamos com as coisas.
Sonhei que tinha encontrado uma carteira cheia de notas de 100€ e 200€ e que tinha tirado as de 100 todas para ir aí ter contigo. Contei-te, não contei?
Hoje acordei tarde e cheguei tarde ao trabalho. O messenger está ligado à tua espera.
Isto aqui está do pior. Não tenho paciência para aturar as pessoas! Quero-me ir embora. Apetecia-me hibernar durante toda a tua estadia e acordava apenas nos dias em que estou a pensar ir aí e quando tu voltares. Paciência...
Como amanhã é feriado, a função pública está de ponte. Fui à Loja do Cidadão para pagar a água, mas estava fechada. Ainda ma cortam...
Já procurei viagens baratas, mas parece que está tudo contra nós! Os preços subiram todos! Acho que se calhar só vou aí em Novembro.
Beijos
Pronto. Já te foste embora.
Durante vários meses andei a convencer-te que era a melhor opção, que ias adorar, que só te ia fazer bem, que eu ia ficar bem, que nos falávamos todos os dias, que eu ia lá e que tu vinhas cá.
Ao fim deste tempo todo... quebrei. Quebrei na véspera da tua partida. Os papéis inverteram-se. Eras tu a consolar-me usando todos aqueles argumentos que eu tinha usado contigo.
No aeroporto não foi muito mau. A tua mãe era a que estava pior. Eu mantive-me bem disposta e sorridente, mais para não te preocupar que por qualquer outra razão. Mas não consegui conter uma lágrimazita que teimou em aparecer. Mas acho que já não viste, já estavas longe.
E fui-me embora. "Já está. Agora paciência. Não há mais nada a fazer. É começar a procurar vôos baratos, aproveitar fins-de-semana e feriados... Boa! É isso mesmo! É preciso é não desanimar! Afinal, nem chega a 3 meses... Que estupidez, passa num instante!", obriguei-me a pensar.
Fui almoçar com a Djáli à beira-rio na esperança que o sol e o calor me animassem. Correu bem.
É verdade! Quando chegares não te assustes. Temos mais 2 mesas, cortinas e 1 quadro.
Em casa foi pior. Tu já tinhas chegado mas estava tudo a correr mal. Ninguém estava à tua espera, não tinhas quarto nem cantina onde comer, estava tudo deserto.
Ontem estive sozinha em casa. Não fiz nada de especial, limitei-me a pensar em ti, sentir saudades e dormir. Também falámos, mas não é a mesma coisa que ter-te aqui ao lado. Tentei mentalizar-me que estavas no Algarve ou que tinhas ido ao futebol e que, passado algum tempo, ias meter a chave à porta. É engraçado como lidamos com as coisas.
Sonhei que tinha encontrado uma carteira cheia de notas de 100€ e 200€ e que tinha tirado as de 100 todas para ir aí ter contigo. Contei-te, não contei?
Hoje acordei tarde e cheguei tarde ao trabalho. O messenger está ligado à tua espera.
Isto aqui está do pior. Não tenho paciência para aturar as pessoas! Quero-me ir embora. Apetecia-me hibernar durante toda a tua estadia e acordava apenas nos dias em que estou a pensar ir aí e quando tu voltares. Paciência...
Como amanhã é feriado, a função pública está de ponte. Fui à Loja do Cidadão para pagar a água, mas estava fechada. Ainda ma cortam...
Já procurei viagens baratas, mas parece que está tudo contra nós! Os preços subiram todos! Acho que se calhar só vou aí em Novembro.
Beijos
sábado, 2 de outubro de 2004
Porque e que as coisas nunca correm bem?
Ja cheguei a Oxford! O voo foi terrivel, turbulento e barulhento e a comida era uma merda. A minha mala (eu nao sabia porque tinha sido tao barata) partiu-se toda! Quando fui receber a chave do meu quarto disseram que nao estavam a minha espera hoje, e que nem sequer tinham um papel com o meu nome! Fui parar a um edificio de fronte do Colegio, onde nao esta ninguem!
Fica o lembrete: quando chegar ao Natal nao me vou querer ir embora!
Ja cheguei a Oxford! O voo foi terrivel, turbulento e barulhento e a comida era uma merda. A minha mala (eu nao sabia porque tinha sido tao barata) partiu-se toda! Quando fui receber a chave do meu quarto disseram que nao estavam a minha espera hoje, e que nem sequer tinham um papel com o meu nome! Fui parar a um edificio de fronte do Colegio, onde nao esta ninguem!
Fica o lembrete: quando chegar ao Natal nao me vou querer ir embora!
quarta-feira, 29 de setembro de 2004
quinta-feira, 23 de setembro de 2004
terça-feira, 21 de setembro de 2004
Aborto
"Joana vendida para a Alemanha.
A Judiciária já desvendou o desaparecimento da menina de Figueira, que se suspeita ter sido entregue pela mãe em troca de dinheiro."
in Correio da Manhã
Se a avó da Joana tivesse abortado, a mãe da menina não tinha nascido, não tinha tido uma filha, não a tinha vendido e escusava de passar uns anitos na prisão!
Já diz o povo que há males que vêm por bem...
"Joana vendida para a Alemanha.
A Judiciária já desvendou o desaparecimento da menina de Figueira, que se suspeita ter sido entregue pela mãe em troca de dinheiro."
in Correio da Manhã
Se a avó da Joana tivesse abortado, a mãe da menina não tinha nascido, não tinha tido uma filha, não a tinha vendido e escusava de passar uns anitos na prisão!
Já diz o povo que há males que vêm por bem...
segunda-feira, 20 de setembro de 2004
TAP
Não sei se é verdade ou não, mas conta-se que...
"Um voo lotado da TAP foi cancelado. Uma única funcionária atendia e tentava resolver o problema de uma longa fila de passageiros. De repente, um passageiro irritado cortou toda a fila até ao balcão, atirou o bilhete para cima do balcão e disse:
- Minha senhora tenho que estar neste vôo, e tem que ser na Primeira Classe.
A funcionária respondeu:
- Senhor, desculpe, terei todo o prazer em ajudá-lo, mas tenho que atender estas pessoas primeiro, já que elas também estão aguardando pacientemente na fila. Quando chegar a sua vez, farei tudo para poder satisfazê-lo.
O passageiro ficou irredutível e disse, bastante alto para que todos na fila ouvissem:
- A senhora faz alguma ideia de quem eu sou?
Sem hesitar, a funcionária sorriu, pediu um instante e pegou no microfone, anunciando:
- Posso ter um minuto da atenção dos senhores, por favor? (a sua voz ecoou por todo o terminal) E continuou:
- Nós temos aqui no balcão da TAP um passageiro que não sabe quem é, deve estar perdido! Se alguém é responsável pelo mesmo, ou é parente, ou então puder ajudá-lo a descobrir a sua identidade, solicitamos que compareça no balcão da TAP. Obrigada!
Com as pessoas atrás dele gargalhando histericamente, o homem olhou furiosamente para a funcionária, rangeu os dentes e disse, gritando:
- Eu vou te f****....!!!
Sem recuar, ela sorriu e disse:
- Desculpe, meu caro Senhor, mas mesmo para isso vai ter que esperar na fila..."
Não sei se é verdade ou não, mas conta-se que...
"Um voo lotado da TAP foi cancelado. Uma única funcionária atendia e tentava resolver o problema de uma longa fila de passageiros. De repente, um passageiro irritado cortou toda a fila até ao balcão, atirou o bilhete para cima do balcão e disse:
- Minha senhora tenho que estar neste vôo, e tem que ser na Primeira Classe.
A funcionária respondeu:
- Senhor, desculpe, terei todo o prazer em ajudá-lo, mas tenho que atender estas pessoas primeiro, já que elas também estão aguardando pacientemente na fila. Quando chegar a sua vez, farei tudo para poder satisfazê-lo.
O passageiro ficou irredutível e disse, bastante alto para que todos na fila ouvissem:
- A senhora faz alguma ideia de quem eu sou?
Sem hesitar, a funcionária sorriu, pediu um instante e pegou no microfone, anunciando:
- Posso ter um minuto da atenção dos senhores, por favor? (a sua voz ecoou por todo o terminal) E continuou:
- Nós temos aqui no balcão da TAP um passageiro que não sabe quem é, deve estar perdido! Se alguém é responsável pelo mesmo, ou é parente, ou então puder ajudá-lo a descobrir a sua identidade, solicitamos que compareça no balcão da TAP. Obrigada!
Com as pessoas atrás dele gargalhando histericamente, o homem olhou furiosamente para a funcionária, rangeu os dentes e disse, gritando:
- Eu vou te f****....!!!
Sem recuar, ela sorriu e disse:
- Desculpe, meu caro Senhor, mas mesmo para isso vai ter que esperar na fila..."
quinta-feira, 2 de setembro de 2004
quarta-feira, 1 de setembro de 2004
Surf Camps
Não, não vos vou falar daquelas escolinhas para aprender a "surfar", onde os pais despejam as criancinhas durante o Verão, a pagar um balúrdio, para os putos fazerem figura de ursos e estragarem a onda dos mais velhos.
Não, o surf camp de que vos vou falar é mesmo surf camp, na verdadeira acepção da palavra. Acampamento. Na praia. Com o objectivo de surfar as primeiras e mais perfeitas ondas do dia, antes do maralhal invadir a praia e sem ter que fazer 150 quilómetros para lá chegar.
É montar a tenda na areia, ao fim da tarde e esperar que anoiteça para começar verdadeiramente o acampamento.
É levar o camping-gás e a panela e jantar esparguete cozido com atum, insonso e cheio de pimenta (a falta de luz tem destas coisas).
É ficarmos deitados de barriga para cima a (re)descobrir estrelas, constelações e satélites.
É ouvir a Antena 1 e, de boca aberta, constatarmos que estamos a ficar velhos com a quantidade de músicas que reconhecemos.
É adormecer com o barulho do mar, do qual nem nos apercebemos durante o dia, tal é a azáfama da praia.
É acordar com o barulho do mar (várias vezes) durante a noite pensando que na próxima onda... lá vamos nós de arrastão.
É acordar às 6, 7 da manhã e constatar que a noite foi perfeita, a areia ainda não foi pisada, o mar está lindo e as ondas estão melhores que nunca.
É tudo isto e muito mais.
Aconselho...
Não, não vos vou falar daquelas escolinhas para aprender a "surfar", onde os pais despejam as criancinhas durante o Verão, a pagar um balúrdio, para os putos fazerem figura de ursos e estragarem a onda dos mais velhos.
Não, o surf camp de que vos vou falar é mesmo surf camp, na verdadeira acepção da palavra. Acampamento. Na praia. Com o objectivo de surfar as primeiras e mais perfeitas ondas do dia, antes do maralhal invadir a praia e sem ter que fazer 150 quilómetros para lá chegar.
É montar a tenda na areia, ao fim da tarde e esperar que anoiteça para começar verdadeiramente o acampamento.
É levar o camping-gás e a panela e jantar esparguete cozido com atum, insonso e cheio de pimenta (a falta de luz tem destas coisas).
É ficarmos deitados de barriga para cima a (re)descobrir estrelas, constelações e satélites.
É ouvir a Antena 1 e, de boca aberta, constatarmos que estamos a ficar velhos com a quantidade de músicas que reconhecemos.
É adormecer com o barulho do mar, do qual nem nos apercebemos durante o dia, tal é a azáfama da praia.
É acordar com o barulho do mar (várias vezes) durante a noite pensando que na próxima onda... lá vamos nós de arrastão.
É acordar às 6, 7 da manhã e constatar que a noite foi perfeita, a areia ainda não foi pisada, o mar está lindo e as ondas estão melhores que nunca.
É tudo isto e muito mais.
Aconselho...
quarta-feira, 4 de agosto de 2004
Biba o Benfica!
"ESTÁDIO DO DRAGÃO FOI A PIOR APOSTA PARA OS ANUNCIANTES
Luz é a melhor escolha para os investidores
O Estádio do Dragão foi o pior estádio para se investir em publicidade durante o Euro 2004, de acordo com um estudo realizado pela Iniciative. O Estádio da Luz, por sua vez, foi o mais rentável para se investir em anúncios.
De acordo com o mesmo estudo, citado pela AgênciaFinanceira.pt, o Estádio da Luz foi o que apresentou maior visibilidade (27%), seguido do Estádio Municipal de Braga (24%) e do Estádio de Coimbra (20%).
Curiosamente, o Estádio de Alvalade teve um impacto nulo e o do Dragão foi o pior estádio para se investir em publicidade, com uma visibilidade pouco reduzida e um impacto negativo de 25%.
Este estudo, que se refere apenas aos jogos até aos quartos-de-final da prova, tem por base os anúncios colocados e as posições das câmaras, além de outros factores, como a luminosidade ou mesmo as preferências dos realizadores."
"ESTÁDIO DO DRAGÃO FOI A PIOR APOSTA PARA OS ANUNCIANTES
Luz é a melhor escolha para os investidores
O Estádio do Dragão foi o pior estádio para se investir em publicidade durante o Euro 2004, de acordo com um estudo realizado pela Iniciative. O Estádio da Luz, por sua vez, foi o mais rentável para se investir em anúncios.
De acordo com o mesmo estudo, citado pela AgênciaFinanceira.pt, o Estádio da Luz foi o que apresentou maior visibilidade (27%), seguido do Estádio Municipal de Braga (24%) e do Estádio de Coimbra (20%).
Curiosamente, o Estádio de Alvalade teve um impacto nulo e o do Dragão foi o pior estádio para se investir em publicidade, com uma visibilidade pouco reduzida e um impacto negativo de 25%.
Este estudo, que se refere apenas aos jogos até aos quartos-de-final da prova, tem por base os anúncios colocados e as posições das câmaras, além de outros factores, como a luminosidade ou mesmo as preferências dos realizadores."
Minority Report?
"DOT ONE LANÇA NOVO SUPORTE PUBLICITÁRIO EM PORTUGAL
Espelhos inovadores exibem mensagens
Acaba de chegar a Portugal, pelas mãos da Dot One, um novo conceito de suporte publicitário que promete revolucionar o mercado: um espelho onde as pessoas, para além de verem a sua própria imagem reflectida, podem observar mensagens publicitárias.
A ideia central deste novo suporte, que recorre à tecnologia alemã, passa pela colocação de um ou mais monitores dentro de um espelho que transmite mensagens publicitárias ou outro tipo de mensagens.
António Galvão Lucas, CEO da Dot One, em declarações ao Diário Económico, desvalorizou o facto de se tratar de um suporte relativamente caro, devido à inovação tecnológica que está por trás da sua concepção, e está confiante que estes suportes vingarão no futuro, uma vez que os meios convencionais estão a ficar cada vez mais congestionados.
O responsável referiu que a crise que tem afectado o mercado publicitário fez com que as empresas optassem pelas formas alternativas de promoverem os seus produtos, chegando de uma forma mais original e eficaz aos consumidores. Além disso, os espelhos criam um efeito surpresa nas pessoas, uma vez que funcionam como "magic mirrors", ocultando os monitores, e funcionam como elementos decorativos.
Os locais onde estes suportes deverão encontrar maior sucesso são as casas de banho das discotecas, bares e restaurantes, ou mesmo as lojas."
"DOT ONE LANÇA NOVO SUPORTE PUBLICITÁRIO EM PORTUGAL
Espelhos inovadores exibem mensagens
Acaba de chegar a Portugal, pelas mãos da Dot One, um novo conceito de suporte publicitário que promete revolucionar o mercado: um espelho onde as pessoas, para além de verem a sua própria imagem reflectida, podem observar mensagens publicitárias.
A ideia central deste novo suporte, que recorre à tecnologia alemã, passa pela colocação de um ou mais monitores dentro de um espelho que transmite mensagens publicitárias ou outro tipo de mensagens.
António Galvão Lucas, CEO da Dot One, em declarações ao Diário Económico, desvalorizou o facto de se tratar de um suporte relativamente caro, devido à inovação tecnológica que está por trás da sua concepção, e está confiante que estes suportes vingarão no futuro, uma vez que os meios convencionais estão a ficar cada vez mais congestionados.
O responsável referiu que a crise que tem afectado o mercado publicitário fez com que as empresas optassem pelas formas alternativas de promoverem os seus produtos, chegando de uma forma mais original e eficaz aos consumidores. Além disso, os espelhos criam um efeito surpresa nas pessoas, uma vez que funcionam como "magic mirrors", ocultando os monitores, e funcionam como elementos decorativos.
Os locais onde estes suportes deverão encontrar maior sucesso são as casas de banho das discotecas, bares e restaurantes, ou mesmo as lojas."
Se fosse em Portugal, a televisão desligava-se!
"ALEMANHA AUTORIZA BLOQUEADORES DE ANÚNCIOS
Televisão muda o canal quando é apresentada publicidade.
A comercialização de aparelhos denominados bloqueadores de publicidade televisiva foi autorizada por um tribunal alemão. Com estes dispositivos, a televisão muda automaticamente de canal quando começam a ser emitidos anúncios.
O Tribunal Federal alemão autorizou a venda dos aparelhos, na sequência de um processo instaurado pela televisão privada RTL há cinco anos, que alegava que os bloqueadores punham em perigo o financiamento das televisões privadas. No entanto, a Justiça alemã considerou que a venda dos aparelhos é compatível com a lei da concorrência.
Apesar de reconhecerem que o aparelho dificulta a actividade das televisões privadas, financiadas através da publicidade, os juízes do Tribunal de Karlsruhe consideram que a existência da RTL não está em causa."
"ALEMANHA AUTORIZA BLOQUEADORES DE ANÚNCIOS
Televisão muda o canal quando é apresentada publicidade.
A comercialização de aparelhos denominados bloqueadores de publicidade televisiva foi autorizada por um tribunal alemão. Com estes dispositivos, a televisão muda automaticamente de canal quando começam a ser emitidos anúncios.
O Tribunal Federal alemão autorizou a venda dos aparelhos, na sequência de um processo instaurado pela televisão privada RTL há cinco anos, que alegava que os bloqueadores punham em perigo o financiamento das televisões privadas. No entanto, a Justiça alemã considerou que a venda dos aparelhos é compatível com a lei da concorrência.
Apesar de reconhecerem que o aparelho dificulta a actividade das televisões privadas, financiadas através da publicidade, os juízes do Tribunal de Karlsruhe consideram que a existência da RTL não está em causa."
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