terça-feira, 29 de maio de 2007

Pegar no carro e partir.... depende do carro!

Ontem comprei o DVD "Trópico de Cancer - É só pegar no carro e partir", da Margarida Pinto Correia.

Como adorava fazer o Dakar (o que, infelizmente, não é possível por variadíssimas razões) achei que esta seria a viagem ideal para mim. E como já tinha ouvido que no DVD havia dicas para os viajantes, tipo lista de coisas a levar, indicações sobre onde dormir, por onde passar, que cidades visitar, sentei-me no sofá e carreguei no Play, confiante que uma hora depois já tudo estaria mais que programado para a viagem, só faltando encontrar 15 diazitos de férias onde a encaixar.

Apesar de uma locução um bocadinho rápida de mais, a Margarida até escapa. Dá todas as indicações sobre como chegar a determinado sítio, o que vale a pena ver e o que é dispensável, as condições atmosféricas, etc.

Pronto, nesta altura já eu estava mais que convencida que ia fazer esta viagem. Ainda por cima, com o Jorge ao meu lado, na Net a ver os "spots" indicados pelo wannasurf que, por acaso, eram mesmo ali, por onde tínhamos que passar.

Acabou o relato da expedição e entrámos nos Extras. Desde a lista de farmácia aos artigos pessoais, passando pela inspecção ao carro, está tudo lá.

E aí, caíu por terra a minha ideia de fazer esta viagem no meu carro.

Expliquem-me lá onde é que eu meto 1 jerrican de 20L de água e outro de 20L de combustível, juntamente com correias, jogos de luzes, sacos-cama, tenda e toda a tralha necessária para o deserto num Fiat Panda?!

Afinal não é "só pegar no carro e partir", Margarida...

quinta-feira, 22 de março de 2007

As 7 Maravilhas do Mundo

Tinha pensado escrever uma grande dissertação sobre as implicações de escolher mais 7 maravilhas, mas não me sai nada.

Por isso pergunto: Será que até ao dia 07.07.2007 vamos ter que levar com publicidade consecutiva no fim de todos os programas da TVI sobre esta eleição e como votar e os números e a data de transmissão e o custo das mensagens e dos telefonemas e sempre a mesma conversa???

É que ainda estamos em Março e não me apetece ouvir esta lenga-lenga diária durante os 106 dias que faltam para a eleição!!!

Será que existe algum provedor do telespectador na TVI? Alguém tem o mail do Moniz?

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

QUEM GOSTA...


...gosta sempre!

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

UPDATE

Ok, Como isto anda um bocado morto, resolvi deixar de trabalhar uns minutos para vos pôr ao corrente do que aconteceu desde o último post, que é o do Hugo e já quase tem 3 meses....

Desde aí já passou o Natal, com muitas e boas prendas (tenho que marcar a minha massagem, oferta do meu querido mano e namorada). Foi passado no Algarve, assim como a Passagem de Ano.

Esta, ao contrário dos anos anteriores, foi um bocado mortiça; Éramos poucos (mas bons) e vá-se lá saber porquê, deparámo-nos com um grupo de ingleses mascarados. Elas de odaliscas (sem terem o corpinho ideal para isso) e eles de qualquer coisa mal definida mas que tinha a ver com o tema da 1001 Noites. É verdade: será que alguém já encontrou a nossa garrafa dos desejos para 2007?

Antes disso tudo (Natal e Ano Novo), assaltaram-me o carro na Praia do Molhe em Ferragudo. Ivo e Pépé, parece-vos familiar?! Lá se foi o telemóvel e o dinheirinho, mas recuperei a mala, a carteira e os documentos. Bendito o senhor do Pateiro (para quem não sabe, fica ao pé do Parchal, perto de Lagoa, no Algarve) que avisou a GNR. Já não se está seguro em lado nenhum...

Entretanto, já em 2007, fiz 30 anos. Sim, eu sei que não pareço, continuo uma miúda, mas é verdade. O jantar correu bem, não fosse termos todos ficado doentes 2 dias depois. Continuo sem saber se foi da paella ou do bolo. Paciência! Já voltei ao restaurante e estou de boa saúde.

Depois aconteceram as tradicionais feiras de turismo que me lixam sempre a vida. Primeiro a BTL em Lisboa e depois a FITUR em Madrid.

Na BTL não aconteceu nada de novo.

Em Madrid, é sempre animado, especialmente quando se sai da feira. A Tomasa este ano não me disse nada do meu futuro. Aprendi que "a partir das 2 horas da manhã, fecha-se o túnel e ela não consegue ver mais nada".

E pronto, cá estou eu em vésperas de fim-de-semana e a preparar-me para ir para o Algarve. Sim, vou especialmente para votar no referendo sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez, vulgo Aborto. Para quem quiser saber, fica já aqui o meu voto: NÃO. Um grande e rotundo NÃO!

Para a semana é Carnaval e lá vamos nós para o Algarve outra vez.

Para adiantar trabalho, em Março talvez vá a Moscovo para outra feira, mas parece-me difícil. Mas pode ser que aqui volte antes disso.

Beijinhos e vamos a ver se isto se anima, ok???

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

A importância de saber escrever em "estrangeiro"



Este senhor que aqui vêem nasceu no Brasil, mais especificamente em Criciúma. É jogador de futebol no Inter de Milão e dá pelo nome de Maicon Douglas Sisenando.

E o que é que isso interessa?, perguntam vocês.

Interessa porque na altura do registo, os pais quiseram que ele se chamasse Michael, mas como não sabiam escrever Michael, foi de ouvido. Saiu este belo resultado...

Bonita história, não?
Publicidade contra o sono

A televisão portuguesa está cada vez melhor.

Não se consegue ver uma série de jeito antes da 1h da manhã. Porquê? Porque das nove da noite à uma da manhã somos bombardeados com telenovelas de (questionável) qualidade, com enredos sempre iguais.

Para enervar mais ainda, as séries que começam a essa hora tão conveniente para quem tem que trabalhar na manhã do dia seguinte, também têm intervalos que, normalmente, duram entre 10 a 20 minutos.

O melhor vem mesmo nos intervalos. Estamos nós a tentar desesperadamente que a segunda pálpebra não caia quando, para nosso contentamento, levamos com uma data de anúncios a mensagens de amor no telemóvel, toques polifónicos, monofónicos e reais, compatibilidade entre nomes e signos, insultos, meninas (meio) despidas em foto e em vídeo e tudo o mais que se conseguirem lembrar.

Pois ontem vi um que nunca me teria passado pela cabeça.

Dizia assim: "Queres saber se estás dentro da média? Envia 15 cm para o 951784 e descobre já!" Acrescento que o anúncio era ilustrado por um boneco nú apenas com uns slips vermelhos. Sugestivo, não?

Fiquei de boca aberta. Passou-me logo o sono. Tenho que ligar às cabecinhas brilhantes que inventaram este anúncio, porque assim consegui ver o 2º episódio do "Dr. House" e deitei-me por volta das 2h da manhã.

Acho que vou pedir um "Poli Sardet". Será bom?

PS: Por favor, não mandem nenhum sms com o texto 15 cm (ou a medida que for) para o 951784. Sinceramente, não me lembro, mas tenho quase a certeza de que o número não era este...

terça-feira, 21 de novembro de 2006

Última Hora

À semelhança das maternidades, o Governo prepara-se para encerrar as morgues.

Encerramento de morgues obrigam portugueses a ir morrer a Badajoz. "Vão morrer Longe" é o nome de uma nova medida anunciada pelo Governo.

Depois do encerramento das maternidades, o Ministério da Saúde prepara-se para mandar fechar as morgues onde não entre um mínimo de 1500 mortos por ano. É o caso da morgue do Hospital de Santo Tirso onde, de acordo com o ministro Correia de Campos, "o número de mortos é ridículo!".

A população está naturalmente preocupada e as reacções não se fizeram esperar. "É uma vergonha!", confidenciou ao IP Américo Jacinto, de 82 anos, "tenho de ir morrer a mais de 60 quilómetros daqui! Agora diga-me se isto dá jeito a alguém".

Concentrados esta manhã à porta da morgue, os populares garantiram que vão fazer tudo para aumentar o número de mortes na cidade. "Nem que tenha de me matar! A mim e à minha família toda! Ouviram?! Eu mato-me já aqui!", ameaçou uma senhora, antes de se regar com gasolina.

quinta-feira, 16 de novembro de 2006

Miami Vice



Anda um patrão a trabalhar que se mata para um gajo ir para Miami fazer estas figurinhas....

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

quarta-feira, 27 de setembro de 2006

segunda-feira, 25 de setembro de 2006

Floribela

O novo ídolo infanto-juvenil em versão para adultos...



Revista "Única" - Expresso 23.09.2006

terça-feira, 12 de setembro de 2006

Há 26 anos era assim


Como irmã mais velha tive o privilégio de sempre o conhecer.
Mesmo antes dele nascer já o ouvia, já sabia de que tamanho era, já estava à espera dele, já imaginava como seria.

Em 26 anos discutimos, batemo-nos, chamámos nomes, demos beijinhos, festinhas, abraços e puxões de orelhas, defendemo-nos, consolámo-nos, aprendemos e ensinámos coisas, rimos e chorámos.

Ser irmão é mesmo assim!

João: Desejo-te o dia mais feliz do Mundo!
Mais um Ano

sexta-feira, 21 de julho de 2006

2º Andar Direito

Ele vinte anos, e ela dezoito
e há cinco dias sem trocarem palavra
lembrando as zangas que um só beijo curava
e esta história começa no instante
em que o homem empurra a porta pesada
e entra no quarto onde a mulher está deitada
a dormir de um sono ligeiro

E no quarto, às cegas,
o escuro abraça-o como que a um companheiro
que se conhece pelo tocar e pelo cheiro
e é o ruído que o chão faz que lhe traz
o gosto ao quarto depois de uma ruptura
faz-lhe sentir que entre os dois algo ainda dura
dos dias em que um beijo bastava

E agora, da cama
vem uma voz que diz sussurrando: És tu?
e a luz acende-se sobre um braço nu
e a mulher pergunta: a que vens agora?
é que não sei se reparaste na hora
deixa dormir quem quer dormir, vai-te embora
amanhã tenho de ir trabalhar.

Não fales, que o bebé ainda acorda
não grites, que o vizinho ainda acorda
e não me olhes, que o amor ainda acorda
deixa-o dormir o nosso amor, um bocadinho mais
deixa-o dormir, que viveu dias tão brutais

E o homem, de pé
Parece um rapazinho a ver se compreende
e grita e diz que ele também não se vende
que quer a paz mas de outra maneira
e nem que essa noite fosse a derradeira
veio afirmar quer ela queira ou não queira
que os dois ainda têm muito a aprender

Se temos...! Diz ela
mas o problema não é só de aprender
é saber a partir daí que fazer
e o homem diz: que queres que responda?
Não estamos no mesmo comprimento de onda...
Tu a mandares-me esse sorriso à Gioconda
e eu com ar de filme americano

Somos tão novos, diz o homem
e agora é a vez de a mulher se impacientar
essa frase já começa a tresandar
é que não é só uma questão de idade
o amor não é o bilhete de identidade
é eu ou tu, seja quem for, ter vontade
de mudar e deixar mudar

Não fales, que o bebé ainda acorda
não grites, que o vizinho ainda acorda
e não me olhes, que o amor ainda acorda
deixa-o dormir o nosso amor, um bocadinho mais
deixa-o dormir, que viveu dias tão brutais

E assim se ouviu
pela noite fora os dois amantes falar
e o que não vi só tive de imaginar
é preciso explicar que sou o vizinho
e à noite vivo neste quarto sozinho
corpo cansado e cabeça em desalinho
e o prédio inteiro nos meus ouvidos

Veio a manhã e diziam
telefona ao teu patrão, diz que hoje não vais
que viveste uns dias assim tão brutais
e que precisas de convalescença
sei lá, inventa qualquer coisa, uma doença
mete um atestado ou pede licença
sem prazo nem vencimento, se preciso for
(espero que não seja preciso, porque não
sei como é que eles vão viver sem os
dois salários...)

Vá fala que o bebé está acordado
e vizinho deve estar já acordado
e o amor, pronto, também está acordado
mas tem cuidado, trata-o bem
muito bem, de mansinho
que ainda agora vai pisar outro caminho.

Letra e música de Sérgio Godinho
Panu-Cru 1978


PS: Uma das mais bonitas canções de amor que conheço

terça-feira, 18 de julho de 2006

Mas porque é que eu voltei?!


Depois de um fim-de-semana óptimo no Algarve, o regresso a Lisboa era inevitável. Mas podia ser, pelo menos agradável, não?

Pois no segundo dia após o regresso, faço-vos aqui o ponto de situação:

Segunda-feira, 01.15 horas da manhã: Chego a casa, depois de 12 quilómetros de fila na autoestrada para passar a Ponte 25 de Abril. Para variar, não há lugar para o carro. Assim, paro à porta, tiro tudo o que é malas, sacos, mochilas e afins, meto dentro de casa e volto a entrar no carro para ir à procura de lugar para estacionar. Com a pressa e o cansaço, as chaves de casa ficam em cima da mesa... dentro de casa.

Segunda-feira, 01.35 horas da manhã: Ligo para os bombeiros para me virem abrir a porta.

Segunda-feira, 01.55 horas da manhã: Entra na rua um camião dos bombeiros na rua. Enorme, com escada e luzes azuis a piscar. Barracada geral. Os vizinhos vêm todos à janela, na esperança de algum acontecimento interessante. Desiludidos, voltam para dentro. O bombeiro informa-me que só me podem abrir a porta de casa na presença da polícia, pelo que temos que esperar que cheguem os senhores agentes, já previamente notificados pelos bombeiros.

Segunda-feira, 02.40 horas da manhã: A polícia não ainda não apareceu, pelo que os bombeiros me abrem a porta de casa, pedindo-me que informasse a polícia de que não me estava a sentir bem, caso me perguntassem alguma coisa. Apesar da porta aberta, os bombeiros não se podem ir embora e eu não posso ir dormir sem chegar a polícia.

Segunda-feira, 03.30 horas da manhã: Chega a polícia. Dois carros. Eu, já com banho tomado e a morrer de sono, desço as escadas munida de Bilhete de Identidade e comprovativo de morada para me identificar e provar que a casa é minha. Um bombeiro informa-me que não é necessário, que a polícia está lá na rua à procura de uma arma e que eu, finalmente posso ir dormir.

Segunda-feira, 19.00 horas: Chego a casa depois de um dia de trabalho normal, com uma visita ao dentista à hora de almoço. Nada de grave. Entro na rua para estacionar o carro. Paro logo no início porque uns jovens pouco recomendáveis estavam, animadamente, a atirar restos de maçãs uns aos outros. A brincadeira acaba e eu avanço. Três voltas à rua depois, lá arranjo lugar para o carro.

Segunda-feira, 20.30 horas: Saio de casa, com o meu Morcego, em direcção ao Coliseu dos Recreios para o concerto de Belle & Sebastian. Ao passar a pé pelos jovens que uma hora antes tinham estado entretidos a brincar com a fruta, ouvimos um "Bacano, tens cigarros?". Intrigado, o Morcego vira-se para trás e pergunta "É comigo?". Inicia-se uma conversa entre os putos da rua e nós, que lhes explicámos que não, não tínhamos cigarros. A conversa acaba por ali e seguimos caminho. De uma das janelas do prédio, sai um escarro que aterra no braço do Morcego. Olhamos para cima e não se vê ninguém. A seguir, voa uma maçã meio comida que me acerta no pé. Os putos da rua avisam logo que não foram eles. Pego no telemóvel e chamo a polícia. O jovem que cuspiu e atirou a maçã aparece na rua a pedir desculpa. De notar que o jovem vem cheio de piercings, com as sobrancelhas cortadas, bom aspecto geral.

Segunda-feira, 20.45 horas: Chega a PSP. Apesar da boa vontade, não se faz nada porque já os jovens tinham fugido. Somos aconselhados a ligar novamente, e discretamente, quando avistarmos o rapazinho cuspidor ali na zona, de modo a que a polícia o possa identificar.

Segunda-feira, 20.55 horas: Continuamos a pé para o Coliseu. O concerto corre bem, mas não me lembro sequer do alinhamento. A minha cabeça não estava lá.

Segunda-feira, 23.55 horas: Chego a casa com o coração nas mãos à espera de ver o meu carro riscado, com os vidros partidos ou os pneus furados. Nada disso. Intacto e no mesmo sítio onde o deixei.

Terça-feira, 08.30 horas: Levanto-me e arranjo-me para ir trabalhar. Estou cheia de sono por causa de uma noite mal dormida e cheia de sobressaltos.


Resoluções:
- Não pensar muito no assunto;
- Não estacionar o carro na rua nos próximos tempos;
- Tentar mudar de casa.

terça-feira, 11 de julho de 2006

Um dos piores...


...sites que alguma vez visitei!

terça-feira, 4 de julho de 2006

Subidas e Descidas

Durante esta semana, a indústria das comunicações móveis registou um aumento inédito de vendas em Portugal.


Actualmente, a marca líder de mercado é a Sorry Ericson.


Os analistas prevêem também, com alguma esperança, uma quebra nas vendas da marca internacionalmente conhecida "Le Coq Sportif" a partir da próxima quarta-feira, dia 5 de Julho.

sexta-feira, 30 de junho de 2006

Ó Freitas...


...ainda bem que só te demitiste hoje!

Se fosse a semana passada, o meu morcego ficava sem emprego...

quarta-feira, 28 de junho de 2006

SimCity na Realidade


Para quem não conhece, o Sim City é um jogo de simulação e estratégia criado em 1989, cuja última versão (e melhor) é o SimCity 4.

Este jogo permite-nos construir, gerir e administrar cidades, baseando-nos num tipo de terreno pré-definido, que podemos ou não alterar.

Os que o conhecem, sabem tão bem como eu que o tempo voa quando se está a jogar. Não há um momento de tédio; os habitantes pedem mais casas, escolas, polícias, hospitais, zonas comerciais, indústria, parques, fontes, jardins, transportes, estradas, menos impostos, menos poluição, etc.

É completamente viciante!

E parece que finalmente alguém se lembrou de dar uma utilidade mais real a este jogo.
De acordo com esta notícia da BBC, o software desenvolvido para a concepção do jogo já está a ser utilizado por várias câmaras e organismos privados para projectar a longo prazo os efeitos das alterações introduzidas nas cidades, nomeadamente na cidade de Manchester, num resort de neve no Canadá e em Bali.


Ricky, parece que demoraram mais uns anitos que tu a chegar à conclusão de que "todos os candidatos a presidente de câmara deviam ter jogado SimCity"!


Para mais informações sobre o jogo, visitem o site do SimCity 4.

terça-feira, 27 de junho de 2006

Um fim-de-semana no Mundial 2006


Frankfurt


Nuremberga


Franken-Stadion